Afinal, por que você escreveu um livro?

Eis que minha sobrinha me surpreende com uma pergunta super simples e eu me embananei todo pra responder! Respiro fundo… aqui vai, Bia.

Eu acho que vou começar pelo começo, porque sinceramente até agora eu ainda tô tentando descobrir por onde começar a história e como lidar com essa nova tarefa de fazer um site. Sozinho. De novo.

Aliás já vamos estabelecer algumas regras de base, galera, para ninguém se decepcionar ou confundir com o estilo desse blog. O jeito que eu escrevo aqui e como escrevo no meu livro não são iguais, no máximo parecidos. Neste blog eu pretendo escrever de uma maneira mais coloquial e casual, 0k? Em outro momento faço uma postagem dedicada a isso, então sem mais enrolação, bora responder a pergunta da Bia.

Por que eu escrevi um livro? Vou fazer uma pequena lista para os leitores preguiçosos como eu. Direto ao ponto, temos:

  • Algo para a posteridade. Eternizar minha existência. Um legado;
  • Comunicar-se e estreitar laços;
  • Contação de histórias, desabafo.

Contrução de um Legado

Imagem licenciada para Milo Ambrus

Uma máxima se perpetuou em nosso cotidiano e após breve pesquisa me sinto obrigado a citar a fonte dessa incrível frase. José Martí (um poeta, político, intelectual e mais trocentos títulos), grande personalidade cubana que partiu desta vida em 1895, dizia:

“Há três coisas que toda pessoa deveria fazer em sua vida: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.”

José Martí

Já cumpri as três, embora acredite que apenas uma realização de cada não seja “suficiente”. Isso porque na minha visão uma só árvore não chega nem perto de compensar minha emissão de carbono; um só filho é pouco para manutenção da espécie/minha família; e um livro apenas é pouco para o tanto de histórias que tenho para contar. É preciso, então, ir além do entendimento puro e simples desses três conceitos. Se você não pretende plantar uma árvore, não tem interesse em gerar e cuidar de um filho e/ou não tem a menor vontade em escrever um livro, não há problema nenhum, absolutamente! Entenda tudo isso, simplesmente, como LEGADO.

Como plantar uma árvore imagine simplesmente algo que você possa construir agora e que reflita na humanidade de alguma forma. Você é advogado(a)? Então diariamente você ajuda pessoas a obter justiça, e impacta suas vidas diretamente! É a sua marca, o seu jeito de fazer o bem. Pedreiro, arquiteto, mestre de obras? Você literalmente está construindo algo que irá afetar a humanidade e como as pessoas vivem suas vidas! Assim segue, por tantas outras profissões. Não trabalha? Então como você vive diariamente, como é sua rotina? Se você ajuda seus familiares, ou simplesmente oferece aquele bom e velho “ombro amigo”, já está causando um impacto.

Ter um filho é simplesmente alguém que você influencie. No meu trabalho (sou analista de sistemas), eu costumo brincar que tenho meus “filhotes” – pessoas que ensino e passo meu conhecimento, e meus “pais” – aqueles que me ajudaram a chegar onde cheguei repassando o conhecimento! Você impacta cada uma dessas vidas, e novamente estamos falando de legado.

Escrever um livro? Comunicação é algo tão grande que não é possível explicar nesta postagem ou em qualquer outra de maneira completa. Nos próximos tópicos dou um parecer um pouco mais específico. Também é conhecido que todo ser vivente possui intrinsicamente uma necessidade, consciente ou não, de deixar um legado. Escrever um livro, por exemplo, é registrar memórias ou criações, uma obra pessoal e íntima, e provê-la ao mundo.

Comunicar-se e Estreitar Laços

Imagem licenciada para Milo Ambrus

Outro motivo de ter escrito esse livro é a comunicação! Não é intrigante quando fazemos uma postagem, mandamos uma mensagem em certo grupo, jogamos um jogo de videogame com alguém completamente desconhecido e, de repente, fazermos uma amizade inesperada? Pois semelhante é o que ocorre quando escrevemos um livro!

Contação de Histórias e Desabafo

Imagem licenciada para Milo Ambrus

É do ser humano a necessidade da passagem, a “contação” de histórias. Desde sempre, de nossos primórdios, de nossas cavernas, que passamos nosso legado – nossas histórias, aventuras e desventuras, pela oralidade. Quando não havia fala, eram desenhos. Quando desenhos não eram o bastante, veio a escrita, e assim por diante. Assim como a comunicação foi evoluindo, o mesmo ocorreu com o veículo de comunicação. Rádio, televisão, a internet, e assim vai.

Vi que não consegui explicar de maneira resumida, então termino essa postagem me desculpando com os preguiçosos (como eu). Acabei me empolgando, não é mesmo? E você? O que você entende por LEGADO? Alguém, em sua vida, lhe tocou o coração e o motivou a perseverar? Comente aí, logo abaixo! Lembre-se que aqui é uma área segura, não há competição por likes ou quaisquer julgamentos, 0k?

Nos vemos na próxima postagem! Um beijo no coração!

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