Escrevi um livro e não falei para ninguém

Não é clickbait. Eu sou TÃO ruim em marketing que eu já lancei três livros e só consegui fazer campanha de um. Me dá uns minutos do seu tempo para que eu possa explicar, pode ser?

Tudo começou há um tempo atrás, na Ilha do Sol. Mentira, começou em São Paulo, mesmo. Só quis fazer essa piada de tiozinho para quem é da década de 90. Enfim, estava eu lá, tranquilamente, repousando de uma cirurgia tríplice – úvula, desvio de septo e laringe (sabe a Deusa o que o otorrino achou na minha laringe que ele teve que fazer uma plástica). E me bateu uma inspiração – “Puxa, e aquele meu livro que eu estava escrevendo e parei?! Preciso de um novo livro, novas ideias!”. Foi quando “joguei fora” meu antigo livro, digitalmente falando, e comecei um novo projeto. Dei o nome de Escuridão Eterna.

Vou precisar encurtar a história para não te perder (porque atualmente são poucas as pessoas que leem blogs, ainda mais quando o autor escreve mais de um parágrafo). Se você quiser saber mais sobre a criação de Escuridão Eterna, clique nesse link que ele te leva para uma postagem sobre meu primeiro livro. O contexto aqui é te familiarizar com minha estupidez ao achar que livro se vende sozinho. NADA SE VENDE SOZINHO. Aprendi isso a duras penas.

Pois bem, desde 2009 venho trabalhando no primeiro livro de Escuridão Eterna e entre longos hiatos e breves retomadas, há quase 1 ano finalmente realizei o meu sonho e lancei o livro digitalmente na Amazon em 19 de julho de 2021. Poucos meses depois foi a vez de lançá-lo em uma versão palpável, na editora UICLAP – uma plataforma incrível de auto publicação de livros em formato físico. O livro contou não exatamente com um extenso e criativo plano de marketing, mas com divulgação pelo Facebook (eu ainda não tinha um perfil no Instagram).

Juro que estou chegando na conclusão, é que precisava contextualizar o cenário com meu primeiro livro. Você sabia que além de Escuridão Eterna: A Fúria dos Anjos, eu tenho mais dois livros lançados? Pois é, para eles eu não consegui fazer plano de marketing, enviá-los para influenciadores, NADA. Não consegui. Sabe por quê? Porque eu falhei. Simples assim. Eu deveria ter pesquisado mais, estudado mais sobre marketing (e ainda preciso), mas falhei com vocês. Mas sabem porque eu insisto? Porque eu ainda não terminei.

Já lancei os livros Nas Margens do Rio Coco e Contos do Vovô Nelson e ainda tem mais livros para sair (que ainda nem comecei a divulgar). Tem mais novidades por vir, e preciso eternizar tudo o que meu amado avô Nelson Bampa nos deixou. Minha meta não é viralizar, não é agradar a mídia, ficar famoso, nada disso. Minha meta é CRIAR. Eu quero deixar a minha marca, meu legado, contar as minhas histórias e as de meu avô. Não me importo em mostrar minhas cicatrizes, não escondo o meu pranto tampouco imploro por aprovação. O que lhe peço, afinal?

Viva. Curta. Cada momento, cada experiência, cada pessoa que você ama e até aquela que você acabou de conhecer no busão. Porque a vida está passando, e se você não fizer isso agora, amanhã será tarde. Pois é o que farei. Vou escrever agora enquanto ainda consigo. Vou contar histórias.

Um abraço com muito carinho. De alguém que ninguém conhece, plantando uma árvore.

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